Alongamento: Qual a sua importância?

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Muitas pessoas têm dúvidas se devem se alongar antes ou depois das atividades físicas, além do tipo de alongamento mais adequado ao seu perfil. Neste post, vamos falar sobre os diferentes tipos de alongamento e como fazê-los de maneira correta. Confira:

O que é o alongamento?

O alongamento muscular é um exercício físico natural com o objetivo de relaxar os músculos antes e depois da realização de uma atividade física. De fácil execução, ele dá maior elasticidade à musculatura, tornando os movimentos mais fáceis e soltos, diminuindo as dores e aumentando a disposição.

Quando devo me alongar?

O alongamento deve ser feito antes e depois das atividades físicas. Quando realizado antes, ele prepara o corpo para a carga de exercícios e, após o exercício, relaxa os músculos. É especialmente importante alongar-se antes de correr, andar de bicicleta, nadar, jogar tênis ou fazer outros exercícios intensos, pois essas atividades promovem tensões e inflexibilidade nos músculos.

Você também pode, e deve, se alongar sempre que sentir necessidade. Logo após acordar, durante o dia, antes e após o expediente, depois de ficar muito tempo sentado ou de pé. O alongamento é um exercício simples e pode ser feito em qualquer lugar: em casa, no trabalho, no carro, etc.

Benefícios do alongamento

Começar a se alongar pode ser difícil no começo, principalmente se você não pratica atividades físicas. Depois de um tempo, porém, o exercício vai ficando mais fácil e prazeroso. Além dos benefícios para os músculos e articulações, o alongamento traz uma série de vantagens para o corpo. Algumas delas são:

Melhora a postura: O alongamento ajuda a melhorar a postura e a diminuir as dores. Isso porque melhora a elasticidade muscular. Entre os diferentes tipos de alongamento, a “prancha” é o mais indicado para auxiliar na reeducação postural.

Melhora a coordenação motora: Com a prática regular do exercício, a coordenação motora vai se desenvolvendo e os movimentos se tornam mais soltos e fáceis.

Ativa a circulação e previne doenças: A prática regular de atividades físicas melhora a circulação sanguínea e previne de doenças articulares.

Previne lesões: O alongamento, além de prevenir lesões nos músculos e articulações, contribui para a cicatrização de lesões ósseas.

Reduz o estresse: Com a prática regular de atividades físicas, o corpo libera hormônios responsáveis pelo prazer e pela diminuição da sensibilidade à dor. Como o alongamento é uma atividade de fácil execução, pode ser feito a qualquer hora e em qualquer lugar. Ele auxilia no relaxamento mental e na sensação de bem-estar.

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Tipos de alongamento

Existem diversos tipos de alongamento. Cada um deles exerce uma função no corpo e trabalha grupos musculares diferentes. Conheça os principais:

Alongamento Estático: é o tipo mais comum.  Nele, enquanto uma área do corpo fica estendida, o restante permanece parado. A recomendação é que a pessoa fique aproximadamente 30 segundos na mesma posição.

Alongamento Dinâmico: Esse tipo de alongamento permite o corpo trabalhar diferentes estruturas musculares. Através de movimentos de contração e distensão, ele permite que os músculos fiquem menos tensos. Isso ajuda a melhorar a performance nos treinos.

Alongamento Passivo: Para realizar esse alongamento é necessária ajuda de aparelhos como faixas elásticas, bastões, bola, ou de uma outra pessoa. O mais indicado é que seja um profissional de educação física.

O alongamento é um exercício que pode ser realizado por pessoas de diferentes idades e tipos físicos. Mas atenção: é importante respeitar os limites do seu corpo! O ideal é que o tipo de alongamento a ser realizado seja indicado por um profissional e leve em consideração as condições físicas de cada um. Agora que você já sabe mais sobre o assunto, que tal começar a praticar? Ficou com alguma dúvida? Comente abaixo.

8 COMENTÁRIOS

    • Olá Jobson. Obrigado por seu comentário. Existem vários estudos, mas os dois abaixo podem servir de rerência.
      O primeiro é um artigo publicado na Medice and Science in Sports and Exercise (MSSE) em 2012, que analisou cerca de 4500 artigos científicos. E o segundo é um simpósio produzido pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) em 2011. Ambos podem lhe dar um embasamento sobre este assunto.

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