Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?
Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?

Veremos neste post porque apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino.

Saiba então como funciona o cálculo do IMC, o que leva em consideração e os aspectos que não são avaliados dentro desse cálculo. 

Ao se falar em avaliação da composição corporal, ainda existem profissionais que confiam cegamente apenas no cálculo do IMC para indicar a saúde e a condição física de uma determinada pessoa.

Segundo alguns especialistas, as evidências apontam uma limitada serventia do IMC.

Ele não diferencia e nem indica o quanto possuímos de massa magra ou gorda, muito menos avalia a distribuição de gordura pelo corpo.

Seria mais confiável, por exemplo, a avaliação pela quantidade de dobras pelo corpo.

Atualmente a preocupação maior é se certificar se essa gordura é periférica ou visceral. Esse é um dado muito importante ignorado pelo IMC.

A gordura visceral é muito mais nociva, pois ela fica acumulada nas profundas camadas existentes no abdômen, em volta dos órgãos, contribuindo para desenvolver várias complicações da saúde.

Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?
Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?

Por que o IMC não é perfeito

Vejamos abaixo alguns itens que demonstram a imperfeição do IMC:

  • Massa óssea – pessoas que apresentam osteoporose possuem os ossos frágeis, portanto mais leves, influenciando no peso corporal e no cálculo do IMC,
  • Tipo de gordura – existe a gordura visceral que pode ser mais profunda, trazendo mais riscos do que a gordura subcutânea, localizada logo abaixo da pele. Como foi dito anteriormente, o IMC não faz essa diferença,
  • Musculatura – músculos são pesados, portanto, o excesso de peso acusado pelo IMC poderá ser a consequência de uma hipertrofia muscular,
  • Sexo – as diferenças físicas entre homens e mulheres também não são levadas em conta na medida do IMC, uma vez que as mulheres tendem a ser mais leves e mais baixas do que os homens.

Avaliação do IMC: influência nos exercícios

Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?
Por que apenas a avaliação do IMC não é suficiente para o desenvolvimento de um bom treino?

Uma avaliação da composição corporal vem adquirindo cada vez mais novidades e se tornando necessária para qualquer acompanhamento.

É fundamental que ela seja a mais precisa possível, para direcionar um treinamento adequado.

Dessa avaliação servirá para que o profissional da área possa conduzir o treinamento adequado, uma vez que cada um deles possui uma finalidade específica.

Se houver uma má avaliação, isso poderá influenciar no resultado esperado de determinado exercício, como também ocasionar sérias consequências para quem os praticar.

Como, por exemplo, na musculação há uma finalidade a alcançar, na aeróbica, corridas, danças e outros exercícios serão outros objetivos que se deve alcançar.

Então o cálculo do IMC não serve para nada? Não necessariamente, é importante medir sua massa corpórea, porém, sabendo que não é suficiente para uma avaliação mais profunda.

Como já vimos no decorrer do texto, os profissionais precisam conhecer esses fatores para fazer uma análise mais completa. Assim, a partir dali indicar os exercícios que irão favorecer cada pessoa que os praticar.   

Para encontrar esses profissionais que irão te auxiliar de forma adequada na hora de fazer o exercício, acesse Pratique Fitness e você terá um excelente resultado. 

 

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